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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Breve reflexão sobre uma campanha

Durante 30 dias, este blogueiro que vos fala e a Mariana Coelho, estudante de cinema na UFSC e de publicidade na Univali, trabalhamos na campanha de lançamento do filme Espírito de Porco, de Chico Faganello e Dauro Veras, em Florianópolis. O projeto foi proposto pela Mariana e consistia em um marketing limpo, sem uso de papel. Toda divulgação foi feita pela internet
Foram criados um blog, comunidade e perfil no Orkut. O blog, com uma enquete sobre o doc e textos dos profissionais da produção do filme, ajudou a criar o desejo de ver Espírito de Porco. Houve repercussão na imprensa. O resultado foram quatro sessões na Fundação Cultural Badesc, sempre com um bom número de espectadores e debates, às vezes, acalorados. Mas não é só isso. Houve a participação de um público variado, que foi além do gueto do cinema e de pessoas ligadas à proteção dos animais ou à ecologia.
Certamente foi alcançada uma amplitude para Espírito de Porco que continuará dando frutos, mas também por mérito do filme. Eu e a Mariana agradecemos ao Chico e ao Dauro pela oportunidade de fazermos a experiência. Foi produtiva e enriquecedora. Nós já sabíamos, mas agora ficou bastante claro que é necessário fazer um trabalho eficiente para lançar um filme, para evitar uma carreira breve e unicamente o destino do DVD.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Espírito de Porco, campanha limpa

A campanha de lançamento do filme Espírito de Porco, conduzida pela estudante de cinema e de publicidade, Mariana Coelho, está sendo feita sem o uso de papel. Até o convite para uma das três sessões será feita com ingresso virtual, a ser divulgado no blog do filme. Chico Faganello e Dauro Veras, os diretores, estão produzindo a capa do DVD com reutilização de plástico e sobre o disco será utilizada pouca quantidade de tinta, o suficiente para aplicar o nome do filme.
O documentário fala do tratamento nada humano dispensado ao animal e da poluição provocada pelos dejetos produzidos pela grande indústria da suinocultura. Na imagem da foto, a miniatura de um porco comprada em um brique no bairro Bexiga, em São Paulo, pelo jornalista Vitor Hugo Louzado, que fotografou o porquinho sobre uma pedra de granito.
A abertura na parte superior do bicho é para colocar uma moeda de um centavo. Reza a lenda que a bundinha do bicho, com a moeda, deve ser colocada virada para a porta de entrada da casa para trazer prosperidade. Esta é uma das poucas atribuições nobres atribuídas ao porco, ao qual é conferida toda variedade de adjetivos vexatórios.